
Aprecio os fortes recursos de segurança do CIS Red Hat Enterprise Linux, particularmente como ele revoga todo o acesso a usuários não-root. Isso melhora significativamente a segurança ao garantir que pessoas não autorizadas não possam executar comandos que poderiam comprometer o sistema. Também valorizo a segurança em nível de partição que ele oferece, como a configuração das opções 'noexec' e 'nosuid' no arquivo 'fstab' para partições temporárias. Este recurso impede efetivamente a execução automática de programas, adicionando uma camada adicional de segurança para proteger dados sensíveis. Além disso, as restrições definidas para '/etc/fstab' são particularmente benéficas para partições temporárias, que são frequentemente alvo de aplicativos que buscam executar programas. Ao desautorizar a execução nessas partições, minimiza-se os riscos de segurança e protege-se de forma mais eficiente os ambientes de nossos clientes de telecomunicações. Análise coletada por e hospedada no G2.com.
Acho que lidar com os serviços de autenticação e auditoria PAM no CIS Red Hat Enterprise Linux é bastante confuso. Embora o PAM seja essencial para as restrições de senha no Linux, a complexidade envolvida o torna complicado, e gerenciar os controles necessários poderia ser simplificado se fosse tratado separadamente. Além disso, a configuração inicial do sistema é desafiadora devido às inúmeras restrições que devem ser consideradas. Isso adiciona outra camada de complexidade, exigindo uma aplicação cuidadosa de alterações ou modificações, o que reduz a facilidade de uso geral. Análise coletada por e hospedada no G2.com.


